O joelho é parte do sistema ósteo-articular de sustentação e de fundamental importância tanto na integridade anatômica como funcional. É a articulação intermediária do membro inferior, localizada nos extremos de dois importantes braços de alavanca: o fêmur e a tíbia, e por isso os traumatismos desses “braços” se transmitem de maneira indireta, porém ampliada, a essa articulação. A doença articular degenerativa (artrose) de joelho, é uma alteração caracterizada pelo desgaste da cartilagem articular, a qual é um tecido liso e que juntamente com o líquido sinovial são responsáveis pelo mecanismo de rolamento e deslizamento que ocorre nas juntas permitindo o adequado movimento das mesmas. Um dos recursos fisioterapêuticos que tem sido grandemente eficaz no tratamento da doença articular degenerativa é o tratamento hidroterápico que se utiliza de efeitos fisiológicos e cinesiológicos, advindos da imersão do corpo, ou parte deste em meio aquático. A pesquisa aqui apresentada relata o acompanhamento de um paciente do gênero masculino, com 62 anos de idade, portador de artrose de joelho. Foram realizados 12 atendimentos incluindo avaliação e reavaliação no período de Março de 2005. O objetivo principal foi avaliar a melhora do quadro álgico a melhora da amplitude de movimento (ADM) e ganho de força muscular assim estimulando o paciente a realizar outros tipos de atividades rotineiras. Os resultados da pesquisa foram avaliados através de gráficos e tabelas. Após a pesquisa verificou-se que o quadro álgico apresentou uma queda de 8 dor muito forte para 4 dor fraca. Verificou-se também que houve um leve ganho da amplitude de movimento do membro inferior esquerdo de 100° para 110° de flexão e aumento da força de 4 movimentação completa contra a gravidade e com alguma resistência para 5 movimentação completa contra a gravidade e resistência normal.
Para acessar esta monografia completa clique aqui.