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Alterações hematológicas provocadas pelo ultra-som de 1MHz na forma contínua aplicadas no tratamento da fase aguda de lesão muscular iatrogênica em ratos |
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Autores: Plentz, RDM; Stoffel, PB; Kolling, GJ; Costa, ST; Beck, C; Signori, LU.
Fonte: Rev. bras. fisioter;12(6), nov.-dez. 2008 |
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CONTEXTUALIZAÇÃO: A literatura demonstra o efeito benéfico da terapia ultra-sônica de baixa intensidade sobre o processo de cicatrização de vários tecidos. OBJETIVO: Avaliar o efeito do ultra-som contínuo (USC) sobre a dinâmica hematológica do processo inflamatório agudo de lesão muscular iatrogênica. MÉTODOS: Foram utilizados 16 ratos da raça Wistar (350 a 400g), divididos em grupo controle (GC=8) e grupo experimental (G1=8), submetidos à incisão cirúrgica na face lateral do membro posterior direito, onde o músculo bíceps femoral foi lesionado transversalmente. O USC (1MHz) foi aplicado sobre o local da lesão a uma intensidade de 0,4W/cm², durante três minutos, na 1ª, 8ª e 24ª hora após a lesão. Nestes períodos, foram realizadas as coletas de sangue por punção venosa do plexo retroorbital para as análises sangüíneas das séries brancas e vermelhas. RESULTADOS: O USC diminui 8 por cento dos eritrócitos na primeira coleta (9,9±0,1 versus 7,8±0,1; x10(5)/mm³, p<0,001); dobrou os neutrófilos segmentados na segunda coleta (3.166,8±161,4 versus 6.426,2±306,0; x10³/mm³ p=0,008) e os eosinófilos na terceira coleta (2.883,6±99,0 versus 4.714,4±275,2; x10³/mm³ p=0,011) em relação ao GC. Não se observaram diferenças entre os grupos no hematócrito, leucócitos totais, neutrófilos bastonetes, monócitos e linfócitos, nos três momentos estudados. CONCLUSÕES: A aplicação do USC no tratamento agudo de lesão muscular é contra-indicada nesta condição, pois promove a redução dos eritrócitos, aumento dos neutrófilos segmentados e dos eosinófilos, favorecendo a hemorragia e o aumento do processo inflamatório. Clique aqui para acessar o artigo completo.
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